Urologista do Núcleo de Saúde Ocupacional da Sesds tira dúvidas sobre câncer de próstata

Com o objetivo de alertar aos servidores da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Sesds) e a população em geral sobre os riscos do câncer de próstata, o Núcleo de Saúde Ocupacional da Sesds vai realizar nesta quarta feira (22), a partir das 9h, no Auditório da Central de Polícia, no Geisel, zona Sul de João Pessoa, a palestra “Rastreamento do Câncer de Próstata: Importância e quando iniciar”. O tema será apresentado pelo médico urologista Luiz Luna.

Este é o segundo ano do evento que está relacionado à campanha nacional Novembro Azul. Além da palestra, os participantes também vão ter a oportunidade de tirar as dúvidas durante um debate e no final do encontro eles vão receber uma declaração. O câncer de próstata é o segundo mais diagnosticado entre os homens o primeiro é o de pele não melanoma. Considerada uma doença da terceira idade porque a maioria dos casos é diagnosticada depois dos 60 anos, na fase inicial o câncer de próstata é silencioso e por este motivo os homens só procuram o médico quando sentem dificuldades para urinar ou aumento na frequência urinaria.

O diagnóstico do câncer de próstata é feito por meio dos exames de sangue PSA, que mostra o aumento do antígeno prostático e o toque retal. Com o resultado positivo destes exames, o paciente é submetido a uma ultrasonografia transretal com biopsia da próstata para verificar a presença da doença. Os homens precisam fazer estes exames preventivos a partir dos 40 anos. Embora a causa ainda seja desconhecida, os especialistas destacam o fator genético como uma das possibilidades para o aparecimento do câncer de próstata que, de acordo com dados da Secretaria Estadual da Saúde, em 2016 foi diagnosticado em 1.140 homens.

A principal dúvida dos homens é se o câncer de próstata tem cura. Sim, tem cura, se for diagnosticado no estágio inicial e tratado de acordo com o grau. Entre os tratamentos de combate ao tumor, está a retirada da próstata através de uma cirurgia. Outras opções são terapêuticas com o uso de hormônios, radioterapia e a braquiterapia. Mas os médicos alertam para um ponto importante, o combate ao preconceito por meio da realização dos exames preventivos uma vez por ano. O médico urologista é o profissional indicado para fazer esta avaliação.

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