Saúde reúne registradores de câncer das unidades que tratam da doença na Paraíba

Nesta segunda-feira (27), data em que é lembrado o Dia Nacional de Combate ao Câncer, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Núcleo de Doenças e Agravos não Transmissíveis (Ndants), reuniu registradores de câncer dos quatro hospitais que fazem tratamento da doença, em convênio com o SUS: Hospital Napoleão Laureano e São Vicente de Paulo, na capital e Fundação Assistencial da Paraíba (FAP) e Hospital Universitário Alcides Carneiro, em Campina Grande. O encontro ocorreu à tarde, na sede do Conselho Regional de Medicina (CRM), em João Pessoa.

“O objetivo é dar mais qualidade aos registros e, através destes dados, ter uma noção melhor de como está a situação da doença e quais as políticas públicas mais adequadas voltadas para o câncer”, disse a coordenadora dos Registradores de Câncer da Paraíba, Ângela Pontes.
Os Registros Hospitalares de Câncer - RHCs são fontes sistemáticas de informações dos casos de câncer diagnosticados e tratados nos hospitais nos quais estão instalados. O propósito de um Registro Hospitalar é o de atender às necessidades da administração do hospital ao programa de controle de câncer nele desenvolvido e, sobretudo, ao paciente, individualmente.

Dentre as atividades da vigilância do câncer, existe a coleta de dados de ocorrência de casos incidentes de câncer provenientes de centros especializados, que são os Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP), os quais têm um papel relevante da vigilância epidemiológica para a sociedade, que permite analisar possíveis mudanças no perfil das enfermidades, contribuindo para a educação e o planejamento de ações na área de saúde, com destaque para esse agravo (Neoplasias).

“É preciso que os RHCs sejam vistos como ferramenta de grande importância pela gestão hospitalar. O registro pode melhorar a assistência, desde a parte administrativa e técnica para cura, tratamento e qualidade de vida dos portadores de câncer. E que o RCBP seja visto como ferramenta importante para as ações de prevenção e identificação de fatores determinantes em toda a população”, declarou Ângela.

Para a registradora do São Vicente, Alexandra Coutinho, esses encontros são muito importantes. “Por meio de um registro bem feito, a unidade hospitalar tem todos os dados do paciente, desde o dia em que entrou na unidade, o tratamento, idade, onde mora, escolaridade, entre outros. De posse de todas estas informações, fica mais fácil o trato do paciente”, falou.

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