Empresa investigada pela PF na PB suspende atendimento dentário, diz MPF

O atendimento no Centro Especialidades Odontológicas (CEO) de Sumé, no Cariri da Paraíba, alvo da Operação Titânio da Polícia Federal, foi suspenso pela empresa investigada. De acordo com o Ministério Público Federal, em informação divulgada no sábado (18), a decisão de parar com os tratamentos dentários no local foi unilateral e partiu da empresa em que havia vencido a licitação investigada.

A Operação Titânio foi realizada no dia 7 de novembro com o objetivo de apurar desvios na contratação e execução de serviços de implantes dentários, do programa Brasil Sorridente, custeado com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). O montante envolvido na investigação atingiu um valor superior a R$ 9 milhões.

Ainda de acordo com o MPF, sobre a suspensão dos atendimentos, os agentes da Polícia Federal e os membros do MPF tiveram o cuidado de apreender durante a operação apenas processos de tratamentos que já tinham sido concluídos.

“A decisão de suspender os atendimentos, portanto, foi um ato unilateral da própria empresa, responsável pela realização dos procedimentos dentários, e não partiu do MPF, nem da Controladoria-Geral da União, nem da Polícia Federal, nem houve decisão judicial nesse sentido”, afirma o MPF em nota.

O Centro Especialidades Odontológicas (CEO) de Sumé é responsável por atendimentos a moradores de outras cidades da região. De acordo com a Polícia Federal, há indícios de participação de servidores municipais do esquema de desvio.






G1
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