Deputado Galego Souza protocola denúncia no MP contra prefeito, vice-prefeita e vereadora de São Bento

O deputado estadual Galego Souza (PP) protocolou nova denúncia no Ministério Público da cidade da São Bento, dessa vez o alvo são três políticos da cidade: novamente o prefeito Jarques Lúcio (DEM), a vice-prefeita Melada Resende (PMDB) e a vereadora Marcia Roberta (PMDB).

O motivo do novo alerta jurídico diz respeito ao fato da vereadora Márcia, ter sido contratada pelo município para atuar como odontóloga, profissão a qual exerce. A peça jurídica foi recebida pelo MP são-bentense desde o último dia 30. O documento é público e está disponível na sede da promotoria.

A acusação diz que a vereadora não poderia estar exercendo o cargo de contratada por excepcional interesse público do município onde também ocupa cargo político eletivo. É citada a Lei Orgânica Municipal como fundamentação jurídica onde versa no artigo 26 que os parlamentares da Terra das Redes não podem ter contrato com o município, e nem ocupá-los sem serem efetivos.

No artigo 27, que é mais forte, a principal norma da cidade ainda preceitua que é passível a perca do mandato por parte do vereador que assim o fizer.

Marcinha como é chamada também pelo eleitorado, atualmente atua como odontóloga do PSF do Distrito de Barra de Cima, e conforme o SAGRES do Tribunal de Contas do Estado recebeu em Agosto recebeu cerca de R$ 2.500 pelos serviços prestados ao município. No mesmo mês também recebeu os subsídios (salário) de vereadora, pouco mais de 6.400 reais.

A denuncia também enumera que a acumulação desses salários é vedada, cita a CF/88 e agora cabe ao MP averiguar.

O deputado Galego através do seu advogado ainda acusa o prefeito Jarques Lúcio e a vice Melada Resende de improbidade administrativa, ele cita que houve no caso também nepotismo, visto que Marcia Roberta é filha da vice-prefeita. A vereadora também é irmã do deputado Jullys Roberto (PMDB) e filha do ex-deputado Marcio Roberto (PMDB).

Galego Souza é representado na denuncia pelo advogado Manolys Silans, que pede a abertura de uma ação civil pública por parte do promotor Thomaz Ilton.
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