Centro Cultural Casa da Pólvora recebe exposição de artistas paraibanas a partir desta quarta

O Centro Cultural Casa da Pólvora, no Centro Histórico de João Pessoa, receberá nesta quarta-feira (25), às 19h, a exposição das artistas visuais Rose Catão e Vanessa Cardoso. A mostra, que é promovida pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), através da sua Fundação Cultural (Funjope), ficará aberta ao público até dia 25 de novembro. A entrada é gratuita.

Segundo Marcus Alves, sociólogo e curador da exposição, o Centro Cultural Casa da Pólvora está resgatando as atividades no Centro Histórico e essa exposição reúne duas gerações de artistas. “Estamos integrando as obras de Rose Catão, que já é consagrada e respeitada pelo público, com as de Vanessa Cardoso, que está começando agora, mas também tem uma obra muito forte”, afirmou.

As obras de Vanessa Cardoso, que serão expostas, trazem a temática sobre gênero feminino, violência contra a mulher e violência religiosa. “Também incorporei a isso algumas narrativas de vida, minhas e de mulheres que converso, entrevisto e convivi durante minha vida”, disse a artista. Já Rose Catão, apresenta trabalhos que foram feitos há anos e também que fez há meses atrás. “As pessoas vão apreciar belas obras de artes que fiz inspiradas em minha vida”, contou.

Rose Catão – Rose Mary Catão é natural de Campina Grande (PB) e mora em João Pessoa há mais de 50 anos. Artista plástica e professora de artes. Possui graduação em Educação Artística, especialização em cultura Afro-brasileira e mestrado em Biblioteconomia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Tem, ainda, cursos de Desenho e Pintura (Funesc), Gravura (Hermano José e Tereza Carmem – UFPB) e Xilogravura (José Altino – Atelier Miramar, João Pessoa).

Vanessa Cardoso – Vanessa Cardoso é natural de Guarabira (PB). Vive e trabalha em João Pessoa. A arte sempre foi uma paixão em sua vida e o fascínio pelas cores, formas e texturas vem desde a sua infância. Sua paixão é ilustrar, seu trabalho artístico caracteriza-se pelo uso das técnicas de gravura, aquarela e acrílica, com influências que vão da Pop Art à Arte contemporânea. Não se intitula feminista, mas se dedica a pintar o gênero feminino e suas particularidades de viver em uma sociedade patriarcal.


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