Cesta básica apresenta queda de 2,26% em julho, em João Pessoa

Em julho de 2017, o custo total dos gêneros alimentícios que compõem a cesta básica de alimentos em João Pessoa apresentou uma diminuição de -2,26% em relação a junho e custou R$ 361,41. Em doze meses, a diminuição foi de -1,30% e no acumulado de 2017, registrou queda de -6,67%. Entre as 27 capitais pesquisadas pelo Dieese, João Pessoa é a 4ª capital com o menor custo da cesta básica de alimentos. No Nordeste, ela possui o 3º menor custo. 

Entre junho e julho, houve aumento no valor médio dos seguintes produtos: manteiga (2,13%), farinha (1,29%), leite integral (1,06%) e o tomate (0,88%). Os produtos que apresentaram queda em seus preços foram: feijão carioca (-11,25%), banana (-3,87%), carne bovina (-3,66%), café em pó (-1,97%), açúcar (-1,89%), óleo de soja (-1,53%), arroz (-1,35%), pão francês (-0,64%).

Nos sete primeiros meses de 2017, seis produtos apresentaram alta: banana (17,02%), farinha de mandioca (16,77%), tomate (15,54%), manteiga (10,98%), café em pó (3,82%) e pão francês (0,11%). As reduções foram verificadas nos preços do feijão carioca (-23,53%), do açúcar (-11,0%), da carne bovina (-7,77%), do arroz (-7,05%), do leite integral (-6,63%) e do óleo de soja (-4,23%).

Em 12 meses, cinco produtos acumularam alta: a manteiga (17,76%), a farinha de
mandioca (16,53%), café em pó (15,22%), o pão francês (3,12%) e o tomate (0,29%). Os produtos que tiveram redução foram o feijão carioca (-47,21%), o açúcar (-8,16%), o leite integral (-7,54%), o óleo de soja (-5,17%), a carne bovina (-5,09%), a banana (-4,44%) e o arroz (-0,73%).

O trabalhador pessoense cuja remuneração equivale ao salário mínimo necessitou
cumprir jornada de trabalho, em julho, de 84 horas e 52 minutos, menor que o tempo necessário em junho, de 86 horas e 49 minutos. Em julho de 2016, a jornada ficou em 96 horas e 49 minutos.

Em julho de 2017, o custo da cesta em João Pessoa comprometeu 41,92% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários). Em junho, o percentual exigido foi de 42,90%. Já em julho de 2016, o comprometimento foi de 47,83% do salário mínimo.

Portal Correio
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