Mais de R$ 38 mil em espécie são apreendidos pela PRF na Paraíba

Mais de R$ 38 mil em espécie foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre a tarde e a noite da sexta-feira (30). em duas caminhonetes que trafegavam nas BRs 104 e 230 no Agreste paraibano. De acordo com o órgão, junto com o dinheiro estavam materiais de campanha e a polícia suspeita de crime eleitoral. Em um dos casos, um servidor público estadual foi flagrado com mais de R$ 22 mil.
O G1 tentou entrar em contato com a secretaria de comunicação institucional do Estado, mas as ligações não foram atendidas até as 16h12 deste sábado (1º).
A primeira apreensão aconteceu na BR-104, em Queimadas. De acordo com a PRF, os agentes pararam uma caminhonete conduzida por um homem e durante uma revista no interior do carro, foram encontrados R$ 16 mil em cédulas de R$ 100. Além do dinheiro, estavam no veículo caixas de fogos de artifício e folhetos de propaganda eleitoral de candidatos a vereador e prefeito na cidade de Barra de Santana. Segundo a polícia, o motorista não soube explicar a origem do dinheiro.
Horas depois, na unidade da PRF de Santa Terezinha, na BR-230 em Campina Grande, a polícia abordou uma caminhonete dirigida por um homem, que foi identificado pelo órgão como sendo servidor público estadual ligado à Secretaria de Agricultura da Paraíba. Segundo o órgão, dentro do veículo, embaixo do banco do passageiro, estavam dois envelopes contendo R$ 22.600 em espécie.
Ainda de acordo com a PRF, o condutor estava vestido com uma camisa com cor e número relacionado a um partido político e disse viajar, por ordem do chefe imediato, para levar o veículo de João Pessoa para Campina Grande, e que o dinheiro era proveniente da venda de um automóvel, mas que não tinha como comprovar no momento. Durante a inspeção, a polícia identificou que o veículo pertence a uma locadora, mas está alugado ao Governo do Estado.
Nos dois casos, os condutores, os veículos, o dinheiro e os materiais de campanha apreendidos foram levados para delegacias da Polícia Civil, para que a ocorrência seja investigada e que um inquérito seja aberto para tentar identificar a ocorrência de crime eleitoral.

Fonte:G1
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