Homens são presos na PB suspeitos de fraude de R$ 200 mil com imóveis

Dois homens foram presos nesta sexta-feira (7) suspeitos de integrar uma associação criminosa envolvida no desvio de aproximadamente R$ 200 mil de imóveis pertencentes a programas sociais, como o conjunto Nice de Oliveira, localizado no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. De acordo com o delegado Lucas Sá, da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa (DDF), inicialmente foram identificados três suspeitos, que negociaram imóveis apresentando-se como funcionários da prefeitura de João Pessoa.

A polícia ainda identificou que os suspeitos mostravam ter liberdade para negociar os imóveis dos programas sociais, cobrando um valor de R$ 2 mil por pessoa, para que fosse regularizada toda a documentação e futura liberação dos imóveis.
A DDF localizou os suspeitos a partir de uma denúncia, que indica que dezenas pessoas foram vítimas do esquema fraudulento e que os valores desviados podem superar facilmente a quantia de R$ 200 mil. De acordo com a Delegacia de Fraudações, os suspeitos recebiam os valores diretamente das vítimas, sempre em espécie e não emitiam qualquer tipo de recibo para dificultar qualquer tentativa de responsabilização posterior.
Quando as vítimas questionavam a demora na entrega dos imóveis, os suspeitos entregavam um molho de chaves de cadeado, com a suposta identificação do imóvel correspondente, apenas para dar maior credibilidade ao golpe, uma vez que todas as negociações foram feitas de maneira fraudulenta.
Com a denúncia realizada, a equipe da DDF foi conseguiu identificar os suspeitos que foram presos. Um deles trabalha como motorista de transporte escolar e é natural de Brasília. O suspeito tentou fugir, mas acabou sendo preso perto da casa dele por uma equipe da Polícia Militar, que o conduziu à Delegacia de Defraudações e Falsificações. No entanto, outro suspeito continua foragido. A DDF vai prosseguir nas investigações, uma vez que surgiram indícios que os suspeitos têm envolvimento com outras condutas criminosas, como fraudes em licitações públicas e negociação de veículos.

Fonte: G1
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