Procon-PB cria canal para receber denúncias na greve dos bancários

Os consumidores que receberem cobranças indevidas de juros ou multa por não conseguirem efetuar pagamentos de faturas durante o período da greve dos bancários têm um novo canal eletrônico para fazer reclamações. A Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado da Paraíba (Procon-PB) vai receber denúncias por meio do e-mail proconpbgrevebancarios@gmail.com, durante esse período de paralisação.

Os interessados devem mandar um email com a denúncia e anexar dados pessoais, endereço completo e documentos pertinentes à reclamação junto à instituição bancária, para que as informações possam auxiliar e subsidiar o Procon nas providências judiciais cabíveis e, assim, solucionar o problema em menor tempo possível.
O Procon orienta que é necessário que o consumidor que se sentir prejudicado esgote todas as possibilidades de pagamentos, por meio dos diversos canais bancários existentes (caixas eletrônicos, internet banking, correspondentes bancários, etc), para de evitar maiores aborrecimentos e possíveis restrições ao crédito do reclamante.
O consumidor ainda pode entrar em contato com o Procon-PB pelo disque 151, pelas redes sociais via Twitter ou instagran (@proconpb) e, também, pelos núcleos de atendimento localizados no Parque Solon de Lucena (8h às 16h30) e Casa da Cidadania/Manaíra Shopping (10h às 18h).

Greve nacional
De acordo com os bancários, a greve nacional foi a uma reação à falta de conversas com os banqueiros, que, segundo a categoria, se negaram a oferecer uma proposta que valorizasse a categoria. Após quatro rodadas de negociação com o Comando Nacional dos Bancários, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propôs reajuste de 6,5% no salário, que segundo a categoria não cobre a inflação projetada em 9,57% para agosto deste ano e representa perdas de 2,8% para o bolso de cada bancário.
Os eixos centrais da campanha são: reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização, mais segurança e melhores condições de trabalho.

Fonte:G1
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