Operação desarticula na PB esquema de receptação de cabos de telefonia

Uma operação da Polícia Civil da Paraíba cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em sucatas de Campina Grande, no Agreste paraibano, na tarde desta sexta-feira (9). O objetivo da ação é desarticular um esquema de furto, receptação e venda de fios de cobre, baterias especiais e equipamentos usados por empresas de telefonia móvel e internet. Duas pessoas foram indiciadas.
Segundo a investigação, o material furtado era adquirido por grandes sucatas de Campina Grande. Uma delas chegava a comercializar 200 quilos de cobre, extraído dos cabos furtados, num único dia.

A operação "Telemática" foi realizada pela Delegacia de Crimes contra o Patrimônio em sucatas dos bairros Prata e Distrito Mecânico, em Campina Grande.
Segundo o delegado Cristiano Santana, as investigações foram iniciadas no mê de janeiro deste ano, após uma série de boletins de ocorrência sobre furtos desse tipo de material.
“A partir daí, nossa equipe mapeou quem estava comprando o que era furtado e representamos pelos mandados que foram cumpridos. Os furtos eram de fios, baterias especiais que são usadas em torres de transmissão de sinal de celulares e outros equipamentos”, disse ele. Durante o cumprimento dos mandados, os policiais foram acompanhados por técnicos das empresas lesadas, para que fizessem o reconhecimento de possíveis produtos furtados.
A suspeita é de que grande parte desse material era encaminhado para São Paulo. Também foi descoberto que outras sucatas nos estados do Rio Grande do Norte e Pernambuco estariam receptando os materiais. Ainda de acordo com o delegado, um dos proprietários de sucata e outra pessoa foram indiciados por receptação.
Prejuízo milionário
A investigação da Polícia Civil aponta que o esquema de furtos estaria causando prejuízos que passam de R$ 1 milhão para as empresas de telefonia e internet. “Além do prejuízo financeiro, os danos causados pelos furtos fazem com que consumidores fiquem sem serviço de internet e telefonia por horas e até dias, até que sejam reparados”, explicou o delegado Cristiano Santana.

Fonte:G1
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