Sexo, muita camisinha e Tinder agitam a Vila Olímpica na Rio 2016

Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro estão rolando há pouco menos de uma semana, mas já deram muito o que falar. Entre medalhas, recordes quebrados e tantas outras coisas típicas de uma competição, há uma um tanto inusitada que vem chamando a atenção: o clima de paquera e pegação entre os atletas.

Um caso de muita repercussão foi o protagonizado pelos atletas Ingrid Oliveira, dos saltos sincronizados, e Pedro Gonçalves, da canoagem slalom. Os dois brasileiros estariam se relacionando, e Ingrid teria convidado Pedro para dormir no quarto que dividia com Giovanna Pedroso, sua dupla no salto.

A atitude de Ingrid não agradou a Giovanna, e as duas acabaram brigando. A dupla já não se entendia havia algum tempo e acabou se separando. O conflito envolvendo o atleta da canoagem teria sido a "gota d'água" para o rompimento.

Outros atletas estão fazendo de tudo para encontrar um amor durante os Jogos. Para isso, muitos estão recorrendo a aplicativos de paquera, como o Tinder, a fim de encontrar parceiras ou parceiros em terras brasileiras. Se derem sorte e conseguirem encontros amorosos, recursos não faltam para a prática de sexo seguro. Isso porque o COI (Comitê Olímpico Internacional) disponibilizou 450 mil preservativos para atletas na Vila Olímpica. São aproximadamente 40 camisinhas para cada atleta, durante 19 dias de competição.

A Rio 2016, no entanto, não é só pegação. A maior prova disso aconteceu após a cerimônia que coroou a Austrália como primeira campeã olímpica de rúgbi da história. Isadora Cerullo, jogadora da seleção brasileira da modalidade, foi pedida em casamento por Marjorie Enya, sua companheira e voluntária da Rio 2016.

Aproveitando que as jogadoras do Brasil estavam no gramado após a entrega das medalhas, Marjorie pegou o microfone e fez o pedido, ouvindo, minutos depois, o tão esperado "sim", para delírio próprio e da torcida.

Brianne Theisen-Eaton e Ashton Eaton são mais dois esportistas do "time do amor". Ela é uma heptatleta do Canadá, ele um decatleta dos Estados Unidos. Juntos, eles formam o primeiro casal oficialmente unido dos Jogos Olímpicos. Ou seja, nunca, antes dos dois, marido e mulher disputaram a mesma edição de uma Olimpíada.

Fonte:Portal Correio
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