Prédios da UFCG são pichados em campus de Campina Grande

As pichações em muros e prédios dentro do campus da Universidade Federal de Campina Grande têm preocupado a prefeitura universitária e a reitoria. Segundo os gestores do campus, os prédios mais atingidos ficam no setor B do campus, onde estão as salas de aula. Alguns prédios danificados são novos e outros foram reformados recentemente.
De acordo com o prefeito universitário, Mauro Araújo Neto, até a tarde desta segunda-feira (22) nenhum dos vândalos foi identificado. “Vandalismo e depredação do patrimônio público é um crime. A orientação da segurança é que atue, prenda e chame a Polícia Federal, que é a forma que a gente tem de apurar os fatos dentro da universidade”, disse o prefeito.

O pró-reitor da universidade destacou que algumas pichações são referentes a protestos. Ele disse que toda manifestação de ideais é bem-vinda, mas é que é preciso saber escolher a forma de expor os pensamentos.
“Acho que a primeira coisa a pensar é que a universidade é um local de liberdade de expressão e isso é uma expressão. Têm questões que são postas em relação a violência contra a mulher, denúncia de professores e várias pessoas sendo colocadas no muro. Agora, se há a liberdade de expressão, a gente precisa caminhar num rumo que alie a cidadania, a humanidade, que permite a gente compreender o espaço público.
Devido às pichações, o campus está lançando uma campanha de conscientização entre a comunidade. “Eu acho que a gente tem que caminhar em um rumo de diálogo com as pessoas, para tentar ver quais são os melhores mecanismo para dar voz a essas pessoas. E a gente quer fazer isso, mas não nas paredes pois isso tem um custo para gente limpar, ficar feio e essa violência visual prejudica todo o nosso trabalho.
A pessoa que picha qualquer edificação urbana comete crime ambiental, com pena de detenção que pode variar de três meses a um ano, além de multa. Se o ato for praticado em um monumento ou prédio tombado devido o valor artístico, arqueológico ou histórico, a pena é maior, variando de seis meses a um ano, além do pagamento de multa.

Fonte:G1
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