Empresário tem prisão preventiva convertida em prisão domiciliar na PB

O empresário investigado na segunda fase da Operação Desumanidade que foi preso na tarde de terça-feira (12), em uma clínica em João Pessoa, teve a prisão preventiva convertida em prisão domiciliar. A decisão foi do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, sediado no Recife, depois que os advogados do empresário apresentaram laudos médicos que comprovam que ele teria sofrido  duas convulsões e que estaria fazendo tratamento de saúde.

O empresário era procurado pela Operação Desumanidade, que investiga fraudes em licitações, desvios de recursos e lavagem de dinheiro em obra de um município do Sertão do Estado. A segunda fase da Operação Desumanidade investiga um esquema de fraude em licitações e desvio de recursos em obras da região de Patos, no Sertão da Paraíba.
A prisão domiciliar do empresário vai ser monitorada por agentes federais, pois não há tornozeleiras eletrônicas disponíveis no Estado da Paraíba. O empresário só vai poder sair de casa para atendimento médico. Caso descumpra as regras da prisão domiciliar, o Tribunal pode determinar a prisão em regime fechado.
​O prejuízo aos cofres públicos causado pelo esquema é estimado em R$ 2,8 milhões. A ação que levou à prisão do empresário foi articulada entre o Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB), o Ministério Público do Estado da Paraíba (MPPB) e a Polícia Federal (PF). O mandado de prisão preventiva contra ele foi cumprida em uma clínica da capital paraibana.

Fonte G1
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