Empresário investigado na Operação Desumanidade é preso na Paraíba

Um empresário investigado na segunda fase da Operação Desumanidade foi preso na tarde desta terça-feira (12) em João Pessoa. A operação foi deflagrada no dia 28 de junho. Os outros dois empresários procurados permanecem foragidos.

A ação que levou à prisão do empresário foi articulada entre o Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB), o Ministério Público do Estado da Paraíba (MPPB) e a Polícia Federal (PF). O mandado de prisão preventiva contra ele foi cumprida em uma clínica da capital paraibana.
Após o cumprimento do mandado, ele foi encaminhado para a Justiça Federal na capital, para realização de audiência de custódia. A prisão foi efetuada por policiais federais, sob a coordenação do delegado regional de Combate ao Crime Organizado, Raone Aguiar.

A segunda fase da Operação Desumanidade investiga um esquema de fraude em licitações e desvio de recursos em obras da região de Patos, no Sertão da Paraíba. O prejuízo aos cofres públicos causado pelo esquema é estimado em R$ 2,8 milhões.

Foram expedidos três mandados de prisão preventiva, que não foram cumpridos na ocasião da deflagração da operação, além de 14 conduções coercitivas e 2 mandados de busca e apreensão, todos cumpridos. O prefeito de Quixaba, Júlio César de Medeiros (PMDB), foi conduzido para a sede do Ministério Público Federal em Patos.

A Justiça Federal autorizou a divulgação das fotos dos empresários foragidos. As imagens foram publicadas no site do MPF da Paraíba. Os cidadãos devem comunicar a qualquer órgão de segurança pública o paradeiro dos foragidos. Os mandados estão incluídos no banco nacional de mandados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A operação é conjunta, uma parceria entre Departamento de Polícia Federal (DPF), Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle (MTFC), o Tribunal de Contas Estadual (TCE) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Primeira fase
A primeira fase da Desumanidade aconteceu no dia 4 de dezembro de 2015. Foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e 10 conduções coercitivas, expedidas pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Patos, Emas, ambas no Sertão, e João Pessoa, Cabedelo e Bayeux, na Região Metropolitana da capital.

Fonte:G1
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