Avó de adolescente morta após ser atropelada pede cuidado a motorista

Inês Viana, avó da adolescente Rayane Costa, de 13 anos, lamentou a morte repentina da neta atropelada em João Pessoa durante o velório no bairro de Mandacaru, na capital paraibana, na tarde de quinta-feira (30). A adolescente foi enterrada ainda no final da tarde de quinta. Ela foi atropelada na Avenida Hilton Souto Maior, no bairro de Mangabeira VI, quando atravessava a avenida para ir a escola. “Espero que agora ele tenha mais cuidado com a vida dos outros”, disse se referindo ao motorista que causou o atropelamento.
De acordo com os familiares de Rayane Costa, a adolescente estudava no 8º ano do ensino fundamental na escola municipal General Rodrigo Otávio, no bairro dos Estados. Ela seguia para o ponto de ônibus, para ir até a escola, quando foi atropelada. Thays Ferreira, colega de turma de Rayane, comentou que ela queria ser esportista e praticava atletismo. “Ela se dava muito bem nas corridas. Ela e a irmã gêmea dela, Rauana. Ela gostava muito de correr, as duas gostavam de correr”, comentou.

O professor de educação física de Rayane, Anderson Viana, explicou que ela era uma aluna dedica e sempre tinha boas notas. “Ela tinha um futuro promissor no atletismo”, lamentou o professor. A adolescente morava próximo ao local onde ocorreu o acidente. O motorista do carro envolvido no atropelamento chegou a parar metros depois do trecho onde ocorreu a colisão, mas em seguida continuou sem prestar socorro, ainda de acordo com a testemunha do acidente.
O médico do Samu chamado para atender a ocorrência, Elinaldo Leite, explicou que quando a equipe chegou, a adolescente já estava morta. No momento do impacto, a menina comia biscoito, segundo o médico. “Pelo que vimos ao chega no local, a vítima estava comendo e pode ter morrido por asfixia, tanto que encontramos uma quantidade muito grande de comida na cavidade oral dela. A questão da asfixia somente a perícia pode confirmar”, explicou. Ainda segundo o médico, a adolescente não apresentava muitas lesões pelo corpo.
A equipe de perícia do Instituto de Polícia Científica (IPC) esteve no local e deve utilizar gravações das câmeras de segurança dos prédios que ficam às margens da Avenida Hilton Souto Maior. Até o início da manhã desta sexta-feira (1º), o motorista envolvido no acidente ainda não tinha sido localizado.

Fonte:G1
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